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O Instituto de Estudos Medievais (IEM), da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, lançou a sua nova plataforma digital dedicada à disponibilização pública de bases de dados de investigação histórica.
O projeto, desenvolvido pela JAVALI em Drupal 10, moderniza por completo o portal anterior, garantindo maior acessibilidade, estabilidade e facilidade de utilização.
Com um acervo rico e especializado, o IEM disponibiliza agora acesso aberto e gratuito a quatro bases de dados fundamentais para o estudo da Lisboa Medieval e da administração régia portuguesa. A nova plataforma apresenta uma navegação mais clara, filtros avançados e um desempenho otimizado, permitindo uma exploração mais eficiente de conteúdos por investigadores, estudantes e público geral.
A atualização tecnológica incluiu a migração integral dos dados existentes, a implementação de um backoffice simplificado, a preparação da plataforma para PT/EN e a criação de uma estrutura modular que permitirá a expansão futura com novas funcionalidades e bases documentais.
O resultado é uma solução digital moderna, responsiva e preparada para crescer ao ritmo da investigação académica, reforçando o compromisso do IEM com o acesso aberto ao conhecimento.
Em comunicado, a equipa do IEM declarou: “O trabalho desenvolvido em parceria com a Javali revelou-se uma mais-valia decisiva para garantir a curadoria e a disponibilização, em acesso aberto e gratuito, de bases de dados com informações relevantes sobre o período medieval. A competência e flexibilidade técnica da empresa e dos seus colaboradores, aliadas à capacidade de escutar as necessidades específicas e os desafios da investigação sobre a Idade Média, permitiram implementar soluções digitais robustas, sustentáveis e interoperáveis, assegurando a integridade dos dados e a sua consulta a longo prazo. Graças a esta colaboração, torna-se possível continuar a difundir, promover e partilhar os saberes produzidos pelo IEM e pelos seus investigadores junto dos meios académicos e da comunidade e, assim, potenciar uma maior inclusão no conhecimento científico.”