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A Associação para a Promoção do Multimédia e da Sociedade Digital (APMP) é uma associação privada sem fins lucrativos criada em 1996, cuja missão é representar e defender os interesses das indústrias do multimédia, conteúdos, novas tecnologias e internet, contribuindo para o seu crescimento sustentado através de um conjunto de actividades e acções concertadas. Em paralelo, a Javali assume a responsabilidade da nova imagem institucional da APMP nos diversos suportes comunicacionais. A Associação fica, por esta via, com a certeza que os seus valores serão evidenciados e reforçados em todas as imagens institucionais. Os mais recentes exemplos desta situação foram o convite para o jantar debate – Big Data: Redes Sociais, Data Mining e Protecção de Dados e a comunicação para a divulgação da 8ª Edição Prémio Nacional Multimédia. |
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10-05-13 |
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Foi no passado dia 25 de Abril que a Canonical anunciou o lançamento da nova versão do sistema operativo de código aberto Ubuntu 13.04, também chamado de Raring Ringtail. Esta versão traz profundas alterações na interface Unity, algumas mudanças estéticas e melhorias na performance do sistema. O Ubuntu 13.04 integra ainda versões renovadas do Firefox (20), do LibreOffice (4.0.2) e do cliente de email Thunderbird (17.0.5). Na versão da plataforma para servidor, também actualizada, as principais novidades do novo Ubuntu são o suporte para a capacidade de desenvolvimento para Big Data e integra o OpenStack como funcionalidade standard. Poderá fazer o download da nova versão do Ubuntu a partir do site oficial da Canonical, seguindo esta ligação. |
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29-04-13 |
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A acção interposta pela ESOP (Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas) no âmbito do concurso público nº 31A2012 relativo ao licenciamento e manutenção de software Microsoft lançado pela Câmara Municipal de Almada, no valor de 550 mil euros, é anulado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada. Segundo a ESOP, “trata-se da primeira decisão judicial sobre esta matéria em Portugal”, em que é reconhecida a ilegalidade deste tipo de procedimento para a aquisição de licenças de software”. Na acção, a ESOP defendeu que “as especificações técnicas do concurso lançado pela Câmara Municipal de Almada impediam qualquer empresa que não a Microsoft (ou empresas intermediárias que se dediquem à revenda de licenças deste fabricante), incluindo as empresas associadas da ESOP, de apresentar propostas”. Esta condição imposta pela Câmara de Almada foi considerada inaceitável pela ESOP, na medida em que desrespeita as mais elementares regras de livre concorrência e se traduz numa violação clara das regras de contratação pública. Em especial, foi alegado desrespeito pelo n.º 12 do artigo 49.º do Código dos Contratos Públicos (C.C.P.), do qual consta a proibição de “especificações técnicas que façam referência a um fabricante ou uma proveniência determinados, a um processo específico de fabrico, a marcas, patentes ou modelos e a uma dada origem ou produção, que tenha por efeito favorecer ou eliminar determinadas entidades ou determinados bens.” Numa última nota, a ESOP refere: "O respeito pelas regras da contratação pública permitirão à autarquia de Almada receber mais e melhores propostas para fornecimento de software, nomeadamente de soluções baseadas em Open Source. As soluções Open Source estão completamente aptas a satisfazer as necessidades tecnológicas da autarquia e significam, na maior parte dos casos, uma redução drástica dos custos associados ao licenciamento e utilização de software". Fonte: ESOP
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25-04-13 |
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Governo do Reino Unido define, pela primeira vez, que será dada preferência ao Software Open Source em todos os futuros desenvolvimentos de serviços públicos digitais. Com a publicação de uma versão beta do Government Service Design Manual (manual de projetos de serviços do governo), no passado dia 14 de Março, será definida os standards para o desenvolvimento de novos serviços digitais no governo britânico. O manual completo, que deve tornar-se definitivo em abril, oferece orientação sobre como os funcionários do governo devem expressar suas preferências sobre o código aberto. Na secção específica Open Source, por exemplo, é exposto que eles devem considerar o código aberto tanto para sistemas operativos, softwares de networking, servidores, como para base de dados e linguagens de programação. Neste passo inédito, fica definido que os produtos proprietários só devem ser usados nos organismos governamentais em circunstâncias “raras”. Estas directrizes surgem em linha com o lançamento, em Novembro do ano passado, dos Open Standards Principles, cujo objectivo final é o de diminuir custos com as tecnologias de informação do governo. O CTO do Governo do Reino Unido, Liam Maxwell, também é apoiador notável do uso de código aberto, referindo que esta preferência tem a vantagem de que outros países também podem usá-lo, ajudando a tornar o software melhor. Maxwell havia anteriormente dado passos neste sentido, ao assinar um acordo de desenvolvimento de serviços públicos digitais com a Estónia, que tem sido líder na utilização de Software Open Source na criação de sistemas governamentais de TI. Notícia publicada pela ESOP - Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas |
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01-04-13 |